Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
C
Estudante de Direito
Carlos Alberto Leo Pardo
Rio de Janeiro (RJ)
0
seguidor
0
seguindo
Seguir
Comentários
(
12
)
C
Carlos Alberto Leo Pardo
Comentário ·
há 8 anos
Honorários: o que eu devo pagar ao meu advogado?
Camila Gouvea
·
há 8 anos
Depende. O que estipula o contrato entre as partes? No contrato está estipulado que os honorários recairão sobre o valor líquido ou bruto?
3
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
C
Carlos Alberto Leo Pardo
Comentário ·
há 8 anos
3 dicas que ninguém te conta sobre audiência judicial
Maria Helô
·
há 8 anos
Postagem muito esclarecedora. Com certeza usarei as dicas. Colocações muito pertinentes, e de extrema relevância.
2
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
C
Carlos Alberto Leo Pardo
Comentário ·
há 8 anos
O pagamento do IPTU no âmbito do contrato de locação
Blog Mariana Gonçalves
·
há 8 anos
Os inquilinos, participantes do contrato têm obrigação de pagar o IPTU, caso esteja previsto no contrato de locação.
2
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Recomendações
(
42
)
Christina Morais
Comentário ·
há 8 anos
Reclama da desvalorização… Não valoriza o estagiário
Natália Oliveira
·
há 8 anos
"...estagiário com experiência na área na verdade se chama advogado", resumiu tudo.
Há um grande mal entendido de parte a parte quanto ao estágio. Estagiários que se negam a aprender o ofício, que acham que diligência ao fórum é serviço de "office boy" (como se na advocacia não fossem precisar realizar tais tarefas), que pensam que o estágio deve se resumir a se enclausurar atrás de um computador "redigindo peças". E que o serviço do advogado é corrigir tais peças. Advogado não é professor, estagiário não é advogado. Ambos devem ter consciência de seus papéis.
A função do estagiário é observar e aprender. Realizar o que lhe é pedido e submeter-se ao crivo do advogado. Fazer de tudo um pouco. Ir aos fóruns, prefeituras, cartórios, INSS, bancos, tomar chá de cadeira, conversar com o cliente do escritório que o acompanha em tais situações, estreitar laços, relacionar-se com as autoridades e serventuários com quem futuramente terá que lidar profissionalmente. Atender telefone, anotar recados, agendar reuniões, realizar telefonemas aos clientes e outras pessoas igualmente importantes, como gerentes de banco, serventuários de cartórios, etc. Tais feitos não é serviço exclusivo de "secretária" ou office boy. O advogado que não tem secretária e nem office boy faz tudo isso. Então o estágio é um treino pra tudo isso também. Para mandar, você tem que saber fazer. Se um dia quiser ser advogado, ter um estagiário, uma secretária ou um office boy, terá que saber o que pode esperar deles, terá que conhecer a função. Todos os atos relacionados ao funcionamento do exercício da advocacia. Tente estagiar enclausurado em escritório e depois, saia na advocacia. Cru de tudo, sem saber se orientar nos prédios públicos, sem saber se dirigir a uma autoridade, sem saber sequer a quem se dirigir em cada situação, praticamente carregando um outdoor na testa de "não faço ideia do que estou fazendo". E desafio: tente, com isso, ser respeitado como advogado.
Já ao advogado incumbe educar o estagiário. O estágio é uma fase de extensão da educação. Sim, o advogado deve corrigir peças, ensinar o ofício, orientar sobre o que fazer nas diligências externas, e sobre como fazer. Ensinar de ética a português. O advogado é até um personal stylist do seu estagiário, devendo ensinar como se vestir, falar e comportar no ambiente forense e na carreira. O estagiário deve ouvir, calar, observar e aprender. Um estagiário despreparado para o ato que lhe incumbe denuncia contra o próprio advogado. E sim, é um trabalho atípico: você não recebe para realizar. Na verdade, você paga para realizar. O estagiário, ao contrário do profissional, recebe para aprender. A remuneração do estagiário tem natureza de bolsa e não de salário. É um incentivo que o estudante precisa para poder se sustentar na reta final dos estudos. Bancar a própria alimentação, gasolina e estacionamento para poder trabalhar enquanto estuda. Bancar o vestuário adequado para se apresentar diariamente no "trabalho". Bancar a biblioteca pessoal necessária para seu TCC. Pagar a comissão de formatura. Fazer um "pé de meia" para financiar uma pós graduação latu sensu, extensão mínima necessária para ingresso na carreira. E, por lei, cabe ao advogado dispender o recurso do próprio bolso para remunerar o estagiário. Aquele que não estiver de acordo, então que se abstenha de cadastrar seu escritório para receber estagiário. Estagiário não é um faz tudo. É um aprendiz de faz tudo, já que advogado tem que fazer tudo mesmo. E o estagiário tem direito de receber sua bolsa para tanto.
Estagiário que só atende telefone ou que só realiza diligências externas, inclusive resolvendo questões pessoais e não profissionais do advogado, de fato, está sendo explorado. E o advogado deve sim abster-se de fraudar a legislação trabalhista com tais manobras. Nem é preciso dizer o quanto isso é indigno. Mas, estagiários, tenham paciência também. O exercício da advocacia envolve sim, uma gama de atividades extra curriculares, correlatas, que devem ser realizadas. Então, enquanto se limitarem aos interesses do escritório, está tudo ok, viu? Não pirem! Aprendam.
41
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Itamar Wilson de Brito Moraes
Comentário ·
há 8 anos
Como encontrar clientes bem informados e maduros?
Matheus Galvão
·
há 8 anos
Muito lindo o texto.
Quero ver se o autor mantém a mesma opinião depois que 1... 2... 10... 20 folgados aparecerem no escritório apenas para "tirar uma dúvida" e tomarem 1 hora de seu tempo para, depois, contratarem outro advogado para fazer exatamente o que você esclareceu...
Tempo é dinheiro e o meu é valioso.
Se quiser que eu pare de fazer o que é importante para mim, como atender aos meus clientes pagantes, ler uma obra jurídica, me manter atualizado com a jurisprudência atual ou mesmo gastar meu tempo com a minha família, pague.
Eu acho é uma tremenda falta de respeito para com meus clientes pagantes, deixar de estudar, pesquisar ou me aprimorar para ser um profissional melhor para resolver o problema que eles me contrataram para resolver para ficar "tirando dúvidas" de graça.
13
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Eliel Karkles
Comentário ·
há 8 anos
Como encontrar clientes bem informados e maduros?
Matheus Galvão
·
há 8 anos
Parabéns pelo artigo Matheus. O problema é que a informação ou dúvida nunca fica na primeira pergunta. O que o "cliente" quer é solução completa, diagnóstico do problema e resolução. Isso ingressa na esfera da consulta, pior, alguns ficam fazendo um embate entre o que um disse e o outro, as vezes serve para buscar a redução de preços. Nada mais!
11
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Perfis que segue
Carregando
Seguidores
Carregando
Tópicos de interesse
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta
Outros perfis como Carlos Alberto
Carregando